Rita Azevedo Gomes – Lisboa, Portugal.
O trio em mi bemol (2022); O Ah! das coisas, 6 de Abril 2020 (Short, 2020); A Portuguesa (2018); Correspondencias (2016); A Vingança de Uma Mulher (2012); A Colecção Invisível (2009); A Conquista de Faro (Short, 2005); Frágil Como o Mundo (2001); O Som da Terra a Tremer (1990); entre otras.
(21 de abril de 2015 09:47) ¿Por qué filmo?
¿Y por qué filmo?
Para una pregunta tan amplia, 7 razones claras y sencillas, y ciertamente insuficientes (pues nada define con justeza lo que el impulso nos dicta):
– Probablemente sea un vicio.
– Porque sólo descanso cuando estoy dirigiendo una película. Fuera de eso, es un desasosiego. Cuando no estoy filmando, es muy difícil soportarme.
– Porque, de todo lo que he hecho y vivido, nada me ha hecho sentir con tanta seguridad de que ese es mi lugar en la vida.
– Porque me mantengo fiel a mi intuición.
– Porque Manoel de Oliveira me dijo una vez: “¡Nunca te rindas!”
– Porque quizá la vida no exista y lo que reste sea su teatro: el Arte. Y nada imita la vida tanto como el cine.
– Porque quiero seguir siendo una aprendiz del cine y de la vida.
(April 21th 2015 09:47 am) Why do I film? / Why do I make film?
And why do I film?
For such a broad question, 7 clear and simple reasons, and certainly insufficient (since nothing accurately defines what the impulse dictates):
– It’s probably a vice.
– Because I only rest when I’m directing a film. Beyond that, it’s restlessness. When I’m not filming, it’s very difficult to tolerate myself.
– Because, of all I’ve done and experienced, nothing has made me feel so certain that this is my place in life.
– Because I remain faithful to my intuition.
– Because Manoel de Oliveira once told me: «Never give up!»
– Because perhaps life doesn’t exist and what remains is its theater: Art. And nothing imitates life as much as cinema.
– Because I want to continue being an apprentice of cinema and of life.
(21 de abril de 2015 09:47) Pourquoi je filme?
E Porque filmo?
Para uma pergunta tão vasta, 7 razões claras e simples, e certamente insuficientes (pois nada define com justeza o que o impulso nos dita):
– Possivelmente é um vício.
– Porque eu só descanso quando estou a realizar um filme. Fora disso é um desassossego. Quando não filmo, aturar-me a mim própria é muito difícil.
– Porque, de tudo o que fiz e experimentei, nada me fez sentir com tanta certeza que é esse o meu posto na vida.
– Porque me mantenho fiel à minha intuição.
– Porque o Manoel de Oliveira um dia me disse: “Tu nunca cedas!”
– Porque talvez a vida não exista, o que resta é o teatro dela: a Arte. E nada imita tão bem a vida como o cinema.
– Porque quero continuar a ser uma aprendiz de cinema e da vida.

























